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Prisioneira
do
amor
Por
ti
aprisionada
Exala
o
cálice
da
dor
Num
enevoado
anseio
Hoje
ausência
do
calor
Perdi-me
em
devaneio
Só
me
restou
o
temor
Busquei
a
insensatez
Aonde
você
era
o
ator
Entre
nexos
e
anexos
Acreditei
neste
amor
O
coração
pulsa
forte
Borbulha
o
rosto
de
suor
Algemada
e
criminada
Sem
ter
um
defensor
Não
há
luz
neste
túnel
Só
penumbra,
sem
frescor.
Não
há
caminho
a
seguir
Resta
agonizar
neste
negror
Flagelando
o
sentimento
Prisioneira
do
teu
amor.
Alzira
Souza
(Mendi)
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