Prisioneira do amor

 

 

 

Por ti aprisionada

Exala o cálice da dor

Num enevoado anseio

Hoje ausência do calor

Perdi-me em devaneio

Só me restou o temor

Busquei a insensatez

Aonde você era o ator

Entre nexos e anexos

Acreditei neste amor

O coração pulsa forte

Borbulha o rosto de suor

Algemada e criminada

Sem ter um defensor

Não há luz neste túnel

Só penumbra, sem frescor.

Não há caminho a seguir

Resta agonizar neste negror

Flagelando o sentimento

Prisioneira do teu amor.

 

 

Alzira Souza (Mendi)

 

Parte integrante do site http://www.mendidesigner.com.br

***Todos os direitos Reservados ***

<BGSOUND SRC="richard_clayderman_candle_in_the_wind.mid" LOOP="INFINITE">